sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Petistas podem ter quebrado sigilo.

Receita vasculhou sigilos de mais 3 pessoas ligadas a Serra e FHC.

Investigação revela que Luiz Carlos Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio de Oliveira e Gregório Marin Preciado também tiveram sigilos quebrados

Investigação interna da Receita Federal revela que acessos suspeitos aos sigilos fiscais de adversários do PT foram além do manuseio dos dados do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge. Os documentos mostram que, no mesmo dia, de um mesmo computador e em sequência, servidores do Fisco abriram os dados sigilosos de Eduardo Jorge e de mais três pessoas ligadas ao alto comando do PSDB. São elas: Luiz Carlos Mendonça de Barros, Ricardo Sérgio de Oliveira e Gregório Marin Preciado.

O Estado teve acesso a informações do processo aberto pela Corregedoria da Receita para saber quem acessou e por que os dados de Eduardo Jorge foram abertos em terminais da delegacia da Receita Federal em Mauá (SP). Essas informações foram parar num dossiê que teria sido montado por integrantes do comitê de campanha da candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT). A oposição acusa funcionários do governo de violarem os sigilos fiscais de tucanos para fabricar dossiês na campanha eleitoral.

Os dados da investigação revelam que as declarações de renda de Eduardo Jorge e dos outros três tucanos foram acessadas do mesmo computador, por uma única senha, entre 12h27 e 12h43 do dia 8 de outubro do ano passado. O terminal usado foi a da servidora Adeilda Ferreira Leão dos Santos. A senha era de Antonia Aparecida Rodrigues dos Santos Neves Silva. Às 12h27, foi aberta a declaração de renda de 2009 de Mendonça de Barros, ex-ministro das Comunicações do governo de Fernando Henrique Cardoso. Três minutos depois, às 12h30, acessaram os dados do empresário Gregorio Marin Preciado, casado com uma prima de José Serra. Às 12h31, a declaração de Renda de Ricardo Sérgio foi aberta. Ele é ex-diretor do Banco do Brasil no governo FHC. Às 12h43m41s daquele mesmo dia, o mesmo terminal acessou a declaração de renda de 2009 de Eduardo Jorge. Quatorze segundos depois, os dados referentes a 2008 foram abertos por um servidor da Receita.

Os nomes dos tucanos foram destacados pela própria investigação da Receita Federal, como "contribuintes que despertaram interesse na apuração". O trabalho de apuração da Receita compreendeu os acessos ocorridos naquela delegacia entre 3 de agosto e 7 de dezembro de 2009. Em depoimento à corregedoria da Receita, as duas funcionárias negam envolvimento na abertura desses dados. Dona da senha usada, Antonia Aparecida alega que repassou o código a outras duas colegas e que não sabe quem fez essas consultas.

fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,receita-vasculhou-sigilos-de-mais-3-pessoas-ligadas-a-serra-e-fhc,600235,0.htm

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Conheça Mônica Serra, esposa de José Serra


Fundadora de duas ONGs – a `Arte Sem Fronteiras`, que promove o intercambio entre produtores culturais latino-americanos e o Instituto `Se Toque`, que combate o câncer de mama, Mônica Serra dedicou-se à vida acadêmica desde o final dos anos 60.

Com mestrados nas universidades norte-americanas Cornell e Drexel, um doutorado pela Universidade de São Paulo (USP), e hoje professora aposentada da conceituada Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), ela dedica-se também a um projeto educacional inovador – o “Pedalando e Aprendendo”.

Mantido pelo Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo, o projeto objetiva reduzir a taxa de abandono escolar mediante assistência às crianças de 8 a 14 anos que vivem em zonas rurais e que tem que caminhar mais de 3 quilômetros para chegar à escola. Os alunos ganham bicicletas, aprendem a consertá-las e assim podem obter uma renda extra, sem deixar de estudar.

-Educação é o que temos de mais importante, só a educação é capaz de tirar as crianças das ruas, comenta a educadora que lembrou, na visita à Curitiba, um exemplo que o marido viveu quando menino: “a mãe dele defendia a educação e comprou lanterna para o filho ler embaixo da coberta da tenda de frutas do pai”.

Se Serra for eleito, a educadora Mônica diz que terá muito o que fazer pelo país e, pretende atuar em programas direcionados às mulheres, como a instalação de creches 24 horas.

http://www.clickpb.com.br/artigo.php?id=20100824065214&cat=politica&keys=monica-serra-cumpre-agenda-campanha-jp-cg

DILMA FOI PÉSSIMA GERENTE


O vice do presidenciável José Serra (PSDB), Indio da Costa (DEM), fez críticas nesta terça-feira ao PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e afirmou que a petista Dilma Rousseff é despreparada para governar o país.

"Lula está encerrando um ciclo da política brasileira. Ele apresenta uma candidata que ninguém sabe quem é, que é despreparada. O PAC foi um fracasso. Para chegar à Presidência, seria uma negação eleger alguém que nunca foi vereadora, nunca foi deputada. Ela vem por indicação de um político bem avaliado. Isso é um grave risco para o país, assim como Pitta em Maluf", disse durante debate promovido pela Folha e UOL entres os candidatos a vice.

Indio afirmou ainda que Dilma, como gerente do PAC, se mostrou uma "péssima gerente". "Não mandou um centavo do PAC da saúde para São Paulo. A responsabilidade dela era de gerente. O PAC está empacado. Eles fazem muito marketing. É ridículo o resultado. Você, Guilherme [Leal, vice de Marina Silva], contrataria a Dilma para gerenciar sua empresa? Eu não contrataria ela para ser gerente. Além de ser péssima gerente. O Brasil precisa de um líder, de alguém que possa tomar decisões em momentos de crise. A popularidade de uma pessoa que tem boa comunicação, que é o presidente, e de outro lado muita incompetência. Margaret Thatcher, essa sim tem fibra."

Provocado pelo vice de Serra, Leal afirmou que "teria sérias dúvidas" para contratar Dilma como gerente de sua empresa. O vice de Marina é sócio da Natura.

Para o democrata, o PT não consegue reconhecer que foi o PSDB que preparou o terreno para o presidente Lula. "[O ex-presidente] FHC é um estadista. Se FHC não tivesse feito o real, não teria a estabilidade. A atual Bolsa Família era Bolsa Escola, nasceu no governo FHC. Essa negação do PT de reconhecer que foi o PSDB que preparou o terreno é absurda."


http://www1.folha.uol.com.br/poder/787961-vice-de-serra-critica-pac-e-diz-que-dilma-e-despreparada-e-pessima-gerente.shtml

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O PT e a censura à imprensa no Brasil



Depois do fato de Dilma ter assinado, segundo ela sem ler, o plano do governo que pretendia controlar a mídia é bom relembrar os fatos dos últimos oito anos e compara-los com o discurso da candidata que diz que não houve e não haverá censura no Brasil e é à favor da liberdade de imprensa. Dá pra acreditar?

Um presidente com luz própria. Programa de TV.



Serra é um administrador capaz, grande articulista, inteligente, cheio de ídeias e comprometido. Serra é a melhor opção, até pelo fato de ele já ter governado (com destreza) o maior estado do Brasil.

O que é deixado claro nesse programa é que ele tem luz própria. Não precisa ficar na aba de outra pessoa. Ele é candidato por seus próprios méritos.

Foi aprovado em todos os cargos que ocupou.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Dilma foge do debate, de novo. Ainda por cima mente.


Depois dos vexames dados por Dilma no debate da Band, a candidata do governo resolveu não arriscar em cair nas perguntas escorregadias, pra ela, sobre aborto, liberdade de expressão e religião que fariam os católicos no debate realizado pela Canção Nova e a Rede Vida.
A desculpa oficial era a incompatibilidade de agenda mais caiu por terra porque a candidata foi “pega” twitando bem na hora do debate, falando que estava ouvindo música. Um total desrespeito. Pelo visto ela não quer os votos dos católicos ou não respeita o eleitorado os privando de respostas necessárias.

Serra foi melhor em debate promovido por católicos


Carlos Bencke e Diego Salmen
Do UOL Eleições
Em São Paulo

Os candidatos à Presidência da República José Serra (PSDB) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) criticaram a ausência da adversária Dilma Rousseff (PT) em debate na noite desta segunda-feira (23), em São Paulo. O encontro é promovido pela TV Canção Nova e pela Rede Aparecida de Comunicação, emissoras de rádio e TV católicas com retransmissoras espalhadas por todo o país.
"Dos quatro candidatos, tem uma que não podia deixar de estar aqui. O meio cristão sabe muito bem quem é José serra, quem é Marina e eu acho que nenhum dos bispos e padres que estão aqui deixam de me conhecer. No entanto, essa senhora, que é uma incógnita, que não sabemos quem é, que foi inventada pelo Lula, manda uma cartinha cheia de platitudes, foge do debate...", atacou o candidato do PSOL, antes de ser aplaudido pela plateia.
"O que nós temos são três recortes em matéria econômica que não representam orgulho para nós: primeiro, a maior taxa de juros do mundo. A candidata ausente tem defendido essa política", afirmou o tucano, ao ser questionado sobre como via o atual momento econômico do país.
O ex-governador de São Paulo voltou a cobrar a presença da rival no debate quase ao final do encontro. "Dilma não quer explicar as coisas que acontecem, o que ela pensa, numa atitude de manipulação da opinião pública", afirmou.
Durante o evento, a petista postou em seu perfil no Twitter uma mensagem alheia à discussão que se travava no debate. "Olha q interessante,o Pato Fu interpretando músicas de sucesso usando instrumentos de brinquedo", publicou a ex-ministra da Casa Civil.
Informado por assessores, Plínio voltou a atacar Dilma: "Sabe o que ela está fazendo? Tuitando! (...) Os meus tuiteiros disseram que ela está agora assistindo a uma banda chamada Pato Fu", criticou.
Além de Serra e Plínio, participou do encontro Marina Silva (PV). Dilma não compareceu alegando "problemas de agenda", e o púlpito dedicado a ela no evento ficou vazio ao lado do candidato tucano.
Em sua participação, a ex-ministra do Meio Ambiente voltou a demonstrar o nervosismo exibido no debate Folha/UOL promovido na última quarta-feira (18). A candidata teve muita dificuldade em concluir seus raciocínios no tempo estipulado para as respostas que lhe eram solicitadas.
Aborto e criminalização da homofobia
O candidato do PSOL, assumidamente católico, defendeu o direito ao aborto, enquanto Marina propôs um plebiscito para resolver a questão, apesar de pessoalmente ser contrária à prática. "Eu defendo que na democracia se faça o plebiscito para que se faça aquilo que está faltando, o debate aberto", disse a candidata verde.
Uma das perguntas provocou os candidatos sobre a possibilidade de apoiarem a criminalização da homofobia. Plínio mostrou-se favorável à criminalização. "Sou contra toda e qualquer forma de desiguldade", afirmou.
Já o candidato do PSDB foi inconclusivo. "Preferência sexual não pode ser objeto de discriminação. Que as religiões tenham princípios ou crenças é perfeitamente normal e compreensivo", disse, para em seguida defender o direito das igrejas pregarem seus princípios dentro de recintos religiosos.
Os presidenciáveis também foram questionados sobre a importância de Deus e da religião para o presidente da República. "Acho bom que presidente da República acredite em Deus", disse Serra. "Deus é tão bom que pessoas que não crêem também podem ser justas, podem ser éticas", afirmou Marina.